Todas as suas nuvens na palma da mão.
Google Cloud e Azure num lugar só, em português e em real. O chat acha o problema, propõe a correção e resolve com a sua aprovação — e dá para desfazer.
Milhares de recursos. Poucos pedem atenção.
Dentro de um projeto · exemplo com dados fictícios
Dentro de cada ponto, o caminho que importa.
O chat mostra por onde entram, propõe fechar e só muda alguma coisa com a sua aprovação.
Pergunte o que quiser sobre as suas nuvens.
Em português, como você perguntaria a alguém da equipe. A resposta vem com o caminho desenhado.
Quem pode apagar meu banco de produção?
3 identidades podem apagar o pedidos-db: duas pessoas e uma conta de sistema. Uma das pessoas saiu da empresa há 4 meses.
Corrigir: Remova o papel de quem saiu e troque o editor da conta de deploy por um papel só de publicação.
Exemplo com dados fictícios. No console, cada caixa abre os detalhes e o botão Corrigir propõe a mudança para um administrador aprovar.
Você é o administrador.
Escolha um caso, aprove a correção e veja o mapa reagir. Depois, desfaça.
Você
O João saiu da empresa. Tira o acesso de editor dele no projeto de produção.
Lendo as duas nuvens…
Mapa: quem tem acesso a producao-erpexemplo com dados fictícios
Acessos críticos: 3
Demonstração com dados fictícios.
Três perguntas que a diretoria faz.
Quanto dá para economizar?
Paga-se por máquina desligada, disco esquecido e servidor maior que a carga — e cada ferramenta soma a economia do seu jeito.
Uma lista em ordem de execução: primeiro excluir o que está parado, depois reduzir o que sobra e só então reservar. Nada conta duas vezes, e redução só entra no total quando o pico de CPU de 90 dias confirma. O que já foi economizado vai para um placar conferido no inventário.
Azure pela fatura. Google Cloud estimado pela tabela de preços — e dito sempre que é estimativa.
Não é só mais um painel.
Age, não só mostra. O chat lê a política real do projeto, propõe a correção e só executa com aprovação. Depois confere se a mudança pegou e deixa o desfazer à mão. As contas que a plataforma usa para ler a nuvem nunca são tocadas.
Número que não se sustenta não aparece. Uma conferência automática roda a cada coleta e barra dado duplicado, fantasma ou parado. Se uma fonte falha, a tela mostra “—”, nunca um zero que pareceria boa notícia.
Feito para quem decide. Google Cloud e Azure lado a lado, em português e em real, convertido pela cotação oficial do Banco Central. Cada número leva à tela onde aquilo se resolve.
Como começa.
Uma call: conectamos juntos
Na call, criamos com você uma conta só de leitura no Google Cloud e no Azure. Sem permissão de escrita, nada pode ser alterado — nem por engano.
O scan roda ali mesmo
Custos, máquinas, acessos e regras de rede das duas nuvens, lidos durante a call. O pico de CPU de 90 dias vem do histórico que a nuvem já guarda: a economia aparece no mesmo dia.
Relatório para a gerência, e o console é seu
Você sai da call com o relatório de economia para levar à diretoria. Depois, explora o console sozinho — e, quando quiser que o chat corrija, libera a escrita só onde escolher.
Feito para mexer em produção.
Uma ferramenta que altera acessos precisa de travas melhores que as de quem a usa.
- Entrada sem senha: um código de uso único vai para o e-mail da empresa.
- Cada cliente isolado no banco de dados: uma empresa nunca vê os dados de outra.
- Credenciais das nuvens guardadas cifradas e nunca exibidas de volta.
- Toda ação pelo chat exige aprovação de um administrador, fica registrada e pode ser desfeita.
Agende um diagnóstico gratuito no seu ambiente.
Uma call com a gente: conectamos uma conta só de leitura, o scan roda na hora e você vê, com os seus números, quanto dá para economizar por ano, o que está aberto para a internet e quem tem acesso crítico.